segunda-feira, 26 de março de 2012

GP DA MALÁSIA 2012


                                               


Momentos antes da largada, iniciou-se uma chuva fraca em Sepang, o que obrigou os pilotos a iniciarem a prova utilizando pneus intermediários. Na primeira curva, Button, que largou em segundo, tentou ultrapassar Hamilton, mas não obteve o sucesso. O pole position conseguiu manter a liderança. Grosjean fez boa largada saindo do sétimo para o terceiro lugar. Entretanto, o francês chocou-se com Schumacher na curva quatro, e os dois acabaram rodando. Algumas voltas depois, ele perdeu o controle da sua Lotus, atolou na brita e foi o primeiro a abandonar a prova. Massa ganhou duas posições na primeira volta e passou para décimo colocado. Senna teve problemas na primeira volta, o brasileiro rodou na curva sete e precisou seguir para os boxes. A chuva se intensificou, e os pilotos tiveram que antecipar os pit stops para colocar os compostos de chuva forte. Massa foi para os boxes na terceira volta, o mesmo feito por quase todos os pilotos na passagem seguinte. A chuva aumentava cada vez mais até a direção de prova decidir pela entrada do safety car na sétima volta. Duas voltas depois, por falta de condições, foi dada bandeira vermelha e a corrida foi interrompida. Nesse momento, Hamilton liderava, seguido por Button e Perez.
Após cinquenta minutos de paralisação, a corrida foi reiniciada sob bandeira amarela e o safety car permaneceu na pista ainda por cinco voltas. Durante a relargada, Hamilton manteve a liderança, enquanto Button seguiu direto para os boxes, para colocar pneus intermediários, estratégia adotada por diversos outros pilotos como Rosberg, Raikkonen e Senna, em razão da melhora de condições da pista. Na volta seguinte, Hamilton, Alonso, Webber e Massa, também fizeram suas paradas. O Hamilton demorou no pit stop e voltou atrás do companheiro de McLaren e da Ferrari de Alonso. Button tinha uma boa estratégia, mas colocou tudo a perder quando se precipitou ao ultrapassar o retardatário Karthikeyan. O inglês tocou o carro da Hispania e precisou voltar para os boxes para trocar o bico da sua McLaren. Nesse momento Pérez liderava, mas logo depois, o mexicano foi superado por Alonso, o mais veloz na chuva. Alonso fazia uma sequencia de voltas mais rápidas, até que a pista começou a secar e Pérez passou a ser o mais rápido e a diferença entre eles caiu drasticamente. A cinco voltas para o fim, a diferença entre os dois era de menos de dois segundos e Pérez tinha a chance conquistar a primeira vitória da equipe Sauber. Entretanto, perto do fim, ele errou, saiu da pista e Alonso abriu vantagem novamente. O piloto espanhol recebeu a bandeira quadriculada logo em seguida. Perez terminou em segundo e Hamilton em terceiro.
Resultado GP da Malásia:


# Piloto Equipe Voltas Tempo Grid Pontos
1 5 Espanha Fernando Alonso Ferrari 56 2h44min51s812mil 8 25
2 15 México Sergio Perez Sauber-Ferrari 56 +2.2s 9 18
3 4 Reino Unido Lewis Hamilton McLaren-Mercedes 56 +14.5s 1 15
4 2 Austrália Mark Webber Red Bull Racing-Renault 56 +17.6s 4 12
5 9 Finlândia Kimi Raikkonen Lotus-Renault 56 +29.4s 10 10
6 19 Brasil Bruno Senna Williams-Renault 56 +37.6s 13 8
7 11 Reino Unido Paul di Resta Force India-Mercedes 56 +44.4s 14 6
8 17 França Jean-Eric Vergne STR-Ferrari 56 +46.9 18 4
9 12 Alemanha Nico Hulkenberg Force India-Mercedes 56 +47.8 16 2
10 7 Alemanha Michael Schumacher Mercedes 56 +49.9s 3 1
11 1 Alemanha Sebastian Vettel Red Bull Racing-Renault 56 +75.5s 5
12 16 Austrália Daniel Ricciardo STR-Ferrari 56 +76.8s 15
13 8 Alemanha Nico Rosberg Mercedes 56 +78.5s 7
14 3 Reino Unido Jenson Button McLaren-Mercedes 56 +79.7s 7
15 6 Brasil Felipe Massa Ferrari 56 +97.3 12
16 21 Rússia Vitaly Petrov Caterham-Renault 55 +1 volta 12
17 24 Alemanha Timo Glock Marussia-Cosworth 55 +1 volta 19
18 20 Finlândia Heikki Kovalainen Caterham-Cosworth 55 +1 volta 24
19 18 Venezuela Pastor Maldonado Williams-Renault 54 Motor 11
20 25 França Charles Pic Marussia-Cosworth 54 +2 voltas 21
21 22 Espanha Pedro De La Rosa Hispania-Cosworth 54 +2 voltas 22
22 23 Índia Narain Karthikeyan Hispania-Cosworth 54 +2 voltas 23
Ret 14 Japão Kamui Kobayashi Sauber-Ferrari 46 Freios 17
Ret 10 França Romain Grosjean Lotus-Renault 3 Rodou 6

segunda-feira, 19 de março de 2012

GP DA AUSTRÁLIA 2012

 O pole position Lewis Hamilton liderou por poucos metros. Jenson Button largou melhor que o companheiro de McLaren e assumiu a ponta já na primeira curva da corrida. Quem também fez boa largada foi Nico Rosberg, da Mercedes, que largou em sétimo e avançou para quarto. Bruno Senna teve sua Williams tocada pela STR de Daniel Ricciardo e precisou parar nos boxes ainda na primeira volta.



Schumacher abandona a prova.
A corrida de Michael Schumacher acabou com apenas 12 voltas. Após largar em quarto lugar, sua melhor posição desde o retorno às pistas, o heptacampeão vinha mantendo-se entre os primeiros colocados até sofrer com problemas no câmbio e deixar a corrida. Outro que abandonou frustrado ainda no início foi o francês Romain Grosjean, da Lotus. Terceiro no grid, o piloto perdeu muitas posições na largada, foi tocado por Pastor Maldonado ainda na segunda volta e saiu. Ambos os carros da McLaren mostraram superioridade na primeira parte da corrida. Depois da primeira parada nos boxes, Button manteve um bom ritmo na liderança, porém Hamilton acabou perdendo muito tempo atrás da Sauber de Sergio Pérez, que ainda não havia feito o pit stop e se encontrava na segunda posição.
Na 36ª volta, o carro de Vitaly Petrov, da Caterham, quebrou na reta principal, e causou a entrada do safety car para a sua retirada. Sebastian Vettel beneficiou-se da nova regra que permite a parada nos boxes com o safety car na pista e ganhou a posição de Lewis Hamilton. Por conta do limite de velocidade em razão da bandeira amarela, o piloto inglês, que havia feito seu pit stop uma volta antes da paralisação da corrida, voltou atrás do alemão. Button abriu mais de três segundos para a RBR de Vettel na primeira volta após a relargada.
Na disputa pela 13ª posição, com Daniel Ricciardo, da STR, Felipe Massa e Bruno Senna perderam muito tempo. Mais a frente, faltando dez voltas para o fim, os dois brasileiros se tocaram e ficaram enganchados. Massa abandonou a prova, enquanto Bruno teve de fazer uma parada nos boxes para reparar danos no carro e abandonou pouco depois.
No pelotão da frente, Button administrou a vantagem na liderança, poupando o desgaste dos pneus e cruzou a linha de chegada em primeiro. Vettel garantiu o segundo lugar. Hamilton chegou a ser pressionado por Mark Webber, entretanto conseguiu manter-se na terceira colocação. Apesar do pódio, Hamilton, que foi campeão mundial em 2008, saiu com cara de poucos amigos.
Pastor Maldonado, da Williams, fazia boa prova até a última volta. O venezuelano estava em sexto lugar, próximo a Ferrari de Alonso, quando perdeu o controle do carro e bateu forte. Também na volta final, Sergio Pérez, da Sauber, e Nico Rosberg, da Mercedes, se tocaram na batalha pela oitava colocação e causaram uma grande confusão. Rosberg acabou ficando para trás, já Pérez conseguiu conter as STRs de Ricciardo e Jean-Eric Vergne, além da Force India de Paul di Resta. Os quatro protagonizaram uma chegada inesperada, com apenas quatro décimos de diferença entre o oitavo e o 11º colocados.

Resultado GP da Austrália:



Button venceu a prova.


# Piloto Equipe Voltas Tempo Grid Pontos
1 3 Reino Unido Jenson Button McLaren-Mercedes 58 1h34m09s565 2 25
2 1 Alemanha Sebastian Vettel Red Bull Racing-Renault 58 +2.1 seg 6 18
3 4 Reino Unido Lewis Hamilton McLaren-Mercedes 58 +4.0 seg 1 15
4 2 Austrália Mark Webber Red Bull Racing-Renault 58 +4.5 seg 5 12
5 5 Espanha Fernando Alonso Ferrari 58 +21.5 seg 12 10
6 14 Japão Kamui Kobayashi Sauber-Ferrari 58 +36.7 seg 13 8
7 9 Finlândia Kimi Raikkonen Lotus-Renault 58 +38.0 seg 17 6
8 15 México Sergio Perez Sauber-Ferrari 58 +39.4 seg 22 4
9 16 Austrália Daniel Ricciardo STR-Ferrari 58 +39.5 seg 10 2
10 11 Reino Unido Paul di Resta Force India-Mercedes 58 +39.7 seg 15 1
11 17 França Jean-Eric Vergne STR-Ferrari 58 +39.8 seg 11
12 8 Alemanha Nico Rosberg Mercedes 58 +57.6 seg 7
13 18 Venezuela Pastor Maldonado Williams-Renault 57 Acidente 8
14 24 Alemanha Timo Glock Marussia-Cosworth 57 +1 volta 20
15 25 França Charles Pic Marussia-Cosworth 53 +5 voltas 21
16 19 Brasil Bruno Senna Williams-Renault 52 +6 voltas 21
Ret 6 Brasil Felipe Massa Ferrari 46 +12 voltas 16
Ret 20 Finlândia Heikki Kovalainen Caterham-Renault 38 Abandono 18
Ret 21 Rússia Vitaly Petrov Caterham-Renault 34 p. mecânico 19
Ret 7 Alemanha Michael Schumacher Mercedes 10 câmbio 4
Ret 10 França Romain Grosjean Lotus-Renault 1 Acidente 3
Ret 12 Alemanha Nico Hulkenberg Force India-Mercedes 0 Acidente 9


Fonte: Wikipedia.org

sábado, 14 de maio de 2011

Motores elétricos são o futuro. Mas será que são o melhor para Fórmula 1 ?


A FIA vem desenvolvendo um motor elétrico, também chamado de motor verde, desde dezembro de 2010. Esse motor seria 4 cilindros turbo que combinaria gasolina e energia elétrica para reduzir o consumo de combustível e a emissão de dióxido de carbono. Utilizando o mesmo sistema do KERS, que reaproveita a energia cinética dos freios. Segundo o Presidente da Williams, Adan Parr que é a favor dessa mudança, esse sistema seria 4 vezes mais potente que o usado hoje em dia e isso ajudaria na alimentação do motor que com apenas 4 cilindros será capaz de desenvolver mais de 800hp de potência.
No entanto, o motor elétrico que traria benefícios ao meio ambiente também poderia silenciar os motores e assim tirar a emoção das corridas sem o ronco característico de um fórmula 1, motivos esses que Bernie Ecclestone e Luca di Montezemolo alegam para a não utilização desses motores na categoria.
O mais contraditório, é que Jean Todt, Presidente da FIA, após montar uma comissão para estudos desses motores, já pensa em reconsiderar a utilização desses motores elétricos na F1. Ao invés da utilização desses motores verdes na Fórmula 1, Todt planeja criar novas categorias, onde nelas possam ser introduzidos esses novos motores elétricos e que futuramente possam ser competições similares a F1.
A FIA promoverá um evento junto a Greenpower Corporate Challenge no GP de Silverstrone para carros elétricos com fins de divulgar o carro ambientalmente correto.

terça-feira, 3 de maio de 2011

FIA revela área permitida para uso da asa móvel no GP da Turquia


Local é o mesmo do acidente entre Webber e Vettel em 2010.


Foi divulgado pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) o local onde os pilotos poderão fazer uso da asa traseira móvel (DRS - Drag Reduction System, em inglês) durante o próximo GP que acontecerá na Turquia.

O dispositivo que é uma das novidades na temporada 2011 poderá ser acionado, durante a corrida, logo após a curva 10 e até a freada para a 12. Esse trecho portanto irá abrigar também a curva 11, que é uma curva rápida onde os pilotos passam "voando baixo", em altíssima velocidade.

Com tempo bom, durante os treinos livres e classificatório, a asa móvel é liberada em todo o circuito, sendo utilizada a critério de cada piloto. Apenas durante a corrida é que ela poderá ser acionada somente na área previamente demarcada pela FIA. Lembrando a determinação da Federação de que, por motivos de segurança, será vetada a utilização da asa móvel se chover em treinos livres ou classificatórios. No entanto, durante as corridas, como o uso é mais raro e fica restrito a área demarcada pela Federação Internacional de Automobilismo, continua liberado mesmo em caso de chuva.

Para o GP da Turquia, a área para aferição da diferença, tendo em vista que o DRS somente pode ser utilizado quando o piloto de trás está a menos de um segundo do da frente, ocorrerá um pouco antes da freada para a curva 9.

Bem amigos! Essa zona de ultrapassagem para a próxima corrida é no mesmo local do circuito onde os pilotos da RBR, Mark Webber e Sebastian Vettel, bateram em 2010. Seria isso a promessa de muitas emoções para o próximo domingo? E será que eles aprenderam? Veremos...


Fonte: Globoesporte.com

Ferrari com novo pacote aerodinâmico e nova suspensão traseira




Neste final de semana a Fórmula 1 voltará a dar o ar de sua graça depois desta longa espera de três semanas.

E há uma grande expectativa para este GP da Turquia, principalmente para os "tifosi” (como são chamados os torcedores da Ferrari), já que até agora a escuderia tem deixado muito a desejar. A equipe italiana irá apresentar nesse GP algumas mudanças em seu carro que poderão render uma melhora de até um segundo por volta (o que na Fórmula 1 é uma eternidade). As principais novidades estão focadas na parte aerodinâmica do carro.

Pelas dificuldades impostas pelo regulamento, a equipe tem se virado como pode durante a temporada, inclusive utilizado-se de atividades em "filmagens promocionais" que são permitidas (embora essa seja uma situação em que nenhuma peça nova poderia ser utilizada). No entanto, semana passada, o brasileiro Felipe Massa andou em Fiorano, na pista particular da Ferrari, com o modelo que apresenta algumas diferenças para o carro das corridas iniciais do campeonato. E a principal diferença estava localizada na parte traseira, agora mais alta do que o normal. Essa solução já foi utilizada na RBR pelo mago da aerodinâmica, Adrian Newey, e funcionou na Austrália, Malásia e China.

As modificações realizadas na suspensão traseira, que tem o sistema push rod (ligada ao resto do carro desde o trapézio inferior até o superior, no amortecedor), tem por objetivo melhorar o fluxo de ar quente saído do escapamento, fazendo com que isso possa ajudar a aderência nessa área do carro, mesmo que com a altura maior do novo conjunto. A Ferrari terá ainda neste modelo novas asas traseira e dianteira, baseadas nas utilizadas pela RBR (atual líder no mundial de construtores, com mais do que o dobro de pontos da equipe do cavalinho rampante), e as laterais do carro serão redesenhadas visando aumentar a eficiência aerodinâmica.

Todas essas modificações foram desenvolvidas no túnel de vento da Toyota Motorsport, localizado na Alemanha, e que vem a ser um dos mais modernos de toda a Europa. Isso porque a Ferrari vem tendo nesta temporada muitas dificuldades com o seu equipamento na fábrica de Maranello, que contribuiu bastante para os problemas do carro neste ano, o que já foi admitido inclusive pelos próprios dirigentes da equipe italiana.

Agora é esperar para ver se as mudanças darão realmente algum resultado já neste GP da Turquia.


FONTE: Voando Baixo (Globoesporte.com)